Contato com os CARMELITAS LEIGOS

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

RETIRO DE SILÊNCIO E CONTEMPLAÇÃO - 2015 - SÃO JOSE DOS CAMPOS - SP


RETIRO ESPIRITUAL - UMA BENÇÃO EM SUA VIDA

Caros amigos venham fazer um retiro de Silêncio e Contemplação com os Leigos Carmelitas de São Jose dos Campos SP.
Um momento especial onde você irá ouvir a voz de Deus no Silêncio de sua Oração e Meditação da Palavra de Deus.

Entre em Contato com a Casa de Oração Cura D´Ars e faça a sua inscrição!
Fone: 12 3921 -9719

Divulgue para todos os seus amigos e parentes.

Abração

Ir Vicente Maria da Cruz, otcarm.

domingo, 23 de novembro de 2014

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*** ENCONTRO PARA LEIGOS CONHECEREM A ORDEM TERCEIRA DO CARMO***


ENCONTRO PARA LEIGOS E LEIGAS, CASADOS SOLTEIROS OU VIÚVOS QUE DESEJAM CONHECER A ORDEM TERCEIRA DO CARMO

Olá amigos e amigas, você conhece a Ordem dos Carmelitas? Conhece os Padres Carmelitas, as Monjas Carmelitas, e as Freiras Carmelitas?
Você sabia que o Leigo ou a Leiga, pais e mães de família podem ser Consagrados Carmelitas?
Se deseja conhecer mais sobre esta Vocação na Igreja, nós Carmelitas Leigos de São José dos Campos iremos promover um encontro para conversar e apresentar um pouco da Espiritualidade Carmelitana e o Carisma.

VENHA PARTICIPAR CONOSCO!
Será no dia 25 de Janeiro de 2014
Veja o Cartaz e entre em contato conosco:
e-mail: irvicenteotc@gmail.com
                otcarmosjc@yahoo.com.br

Abração a todos! Viva Cristo Rei!

Ir Vicente Maria da Cruz, otcarm.

RETIRO ESPIRITUAL EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP - "A ALEGRIA DE CRER"

RETIRO ESPIRITUAL

Venha participar do Retiro Espiritual em São José dos Campos, SP. O pregador será Frei Rothmans Darles de Campos, frade Carmelita da Província Carmelitana de Santo Elias. 
Tema do Retiro será " A Alegria de Crer" Inscrições e Informações:

fone: 12-3921-9719

e-mail: casadeoracaocuradars@yahoo.com.br

Ir Vicente Maria da Cruz, otcarm.
irvicenteotc@gmail.com

domingo, 10 de agosto de 2014

RETIRO ESPIRITUAL SILENCIO E CONTEMPLAÇÃO EM PIRACICABA - SP



RETIRO ESPIRITUAL EM PIRACICABA - SP



Caríssimos irmãos e irmãs da Ordem Terceira do Carmo
Salve Maria!

            É sabido por todos nós carmelitas, a necessidade e a importância da Oração em nossas vidas. Citamos como exemplo claro, o nº 10 da Regra de Santo Alberto que nos exorta: “Permaneça cada um em sua cela, ou perto dela, meditando dia e noite na lei do Senhor e vigiando em Oração, a não ser que se deva dedicar a outros justificados afazeres”.

            Para tanto, é necessário que provemos momentos fortes de Oração, não só em particular, mas também, e mui principalmente em comunidade, buscando assim, o crescimento em fraternidade, uma das buscas de todo Carmelita, que juntamente com a Oração e a Missão, formam o tripé de nosso carisma.

           Em vista disso, a Comissão Provincial  vem por meio desta, convidá-los(as) a juntar-se a nós em um RETIRO DE ORAÇÃO E SILÊNCIA, de forma a vivenciar o nosso Carisma e Espiritualidade.

          Todos os irmãos e irmãs sintam-se convidados (as) para esse forte momento de Oração em que nos apresentaremos diante de nosso Deus em SILÊNCIO E CONTEMPLAÇÃO.

        TEMA: “NO SILÊNCIO E NA ESPERANÇA ESTÁ A VOSSA FORÇA (Isaías 30,15 – citada na Regra de Santo Alberto nº 21).

       DATA DO RETIRO: 19, 20 e 21 de setembro de 2014.

       LOCAL: CENTRO DE ESPIRITUALIDADE FRANCISCANA – Av. Independência, nº 776 – Alemães – Piracicaba-SP.

      TAXA DO RETIRO: Inscrição – R$ 15,00 – diária completa pelos três dias (café da manhã, lanches, almoço e jantar) R$ 160,00.

      TRAZER PARA O RETIRO: Livro Oremos com Maria, Bíblia, caderno e caneta para anotações.

           Que Nossa Senhora do Carmo abençoe nosso bom propósito e nos conduza a um encontro com seu Filho Jesus Cristo. 


Salve o Carmelo! 

Inscriçoes:

a/c
Paulo Daher
Rua Coronel Carvalho,95-Centro – Angra dos Reis-RJ – 23.900-315

terça-feira, 15 de abril de 2014

Regra Primitiva da Ordem dos Irmãos da Bem Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo



1. Alberto, pela graça de Deus, chamado a ser Patriarca da Igreja de
Jerusalém, aos amados filhos em Cristo B. e demais eremitas que,
sob a sua obediência, vivem junto à Fonte no Monte Carmelo, a
Salvação no Senhor e a Bênção do Espírito Santo.
2. Muitas vezes e de muitas maneiras os Santos Padres estabeleceram
como cada um, qualquer que seja o estado de vida a que pertença ou
qualquer que seja o modo de vida religiosa que tenha escolhido, deve
viver em obséquio de Jesus Cristo e serví-lo fielmente com coração
puro e consciência serena.
3. No entanto, como vocês nos pedem que, de acordo com o seu projeto,
lhes apresentemos uma forma de vida à qual, de agora em diante,
devem manter-se fiéis:
4. Determinamos, em primeiro lugar, que tenham um de vocês como
prior, que seja eleito para este serviço através do consenso unânime
de todos ou da parte mais numerosa e mais madura. A ele cada um
dos outros prometa obediência e se empenhe em cumprir de
verdade, na prática, o que prometeu, juntamente com a castidade e a
renúncia à propriedade.
5. No que se refere a lugares de moradia, vocês poderão tê-los em
localidades solitárias ou onde lhes forem doados, desde que sejam
apropriados e adequadas à opção de sua vida religiosa, de acordo
com o que o prior e os irmãos, mediante discernimento, decidirem.
6. Além disso, levando em consideração o conjunto do lugar que se
propuseram como moradia, cada um de vocês tenha uma cela
individual e separada, que lhe será indicada por disposição do
próprio prior e com o consentimento dos outros irmãos ou da parte
mais madura.
7. De tal modo, porém, que, num refeitório comum, tomem o alimento
que lhes for doado, ouvindo juntos alguma leitura da Sagrada
Escritura, onde isto puder ser feito sem dificuldade.
8. A nenhum irmão será permitido, a não ser com a licença do prior em
exercício, mudar-se do lugar que lhe foi indicado ou trocá-lo com
outro.
9. A cela do prior deve localizar-se junto da entrada do lugar, para que
ele seja o primeiro a ir ao encontro dos que vierem a esse lugar; e,
depois, todas as coisas que devem ser feitas aconteçam de acordo
com o seu critério e a sua disposição.
10. Permaneça cada um em sua cela ou na proximidade dela, meditando
dia e noite na Lei do Senhor e vigiando em orações, a não ser que
esteja ocupado em outros justificados afazeres.
11. Os que sabem recitar as horas canônicas com os clérigos, as recitem
conforme as disposições dos Santos Padres e segundo o costume
aprovado da Igreja. Os que não o sabem, recitem vinte e cinco vezes
o Pai Nosso nas vigílias noturnas, com exceção dos domingos e dias
solenes, em cujas vigílias determinamos que se duplique o número
mencionado, de modo que o Pai Nosso seja recitado cinqüenta vezes.
No louvor da manhã, porém, a mesma oração seja recitada sete
vezes. Da mesma maneira, em cada uma das outras horas, a mesma
oração seja recitada sete vezes, menos nas vésperas, em que devem
recitá-la quinze vezes.
12. Nenhum dos irmãos diga que algo é propriedade sua, mas tudo entre
vocês seja comum, e seja distribuído a cada um pela mão do prior,
quer dizer, pelo irmão por ele designado para este serviço, conforme
cada qual estiver precisando, levando-se em consideração as idades e
as necessidades de cada um.
13. Contudo, na medida em que alguma necessidade de vocês o exigir,
lhes é permitido possuir burros ou mulos, e algum tipo de animais ou
de aves para criação.
14. O oratório, de acordo com as possibilidades, seja construído no meio
das celas, aonde, cada dia pela manhã, vocês devem reunir-se para
participar da solenidade da Missa, quando as circunstâncias o
permitirem.
15. Da mesma maneira, nos domingos ou em outros dias caso for
necessário, vocês devem tratar da observância na vida comum e do
bem-estar espiritual das pessoas. Igualmente, nessa mesma ocasião,
as transgressões e culpas dos irmãos, que por ventura forem
encontradas em algum deles, sejam corrigidas mediante a caridade.
16. O jejum, vocês o observem todos os dias, com exceção dos domingos,
desde a festa da Exaltação da Santa Cruz até o Dia da Ressurreição
do Senhor, a não ser que enfermidade ou debilidade do corpo ou
outro justo motivo aconselhem dispensar o jejum, pois a necessidade
não tem lei.
17. Abstenham-se de comer carne, a não ser que seja tomada como
remédio em caso de enfermidade ou debilidade. E visto que, durante
as suas viagens, vocês se vêem obrigados com maior freqüência a
mendigar o seu sustento, para não incomodarem a quem os hospeda,
fora de suas casas vocês poderão comer alimentos preparados com
carne. Também será permitido comer carne em viagens marítimas.
18. Visto que a vida humana na terra é uma tentação, e todos os que
querem viver fielmente em Cristo sofrem perseguição, e como o seu
adversário, o diabo, rodeia por aí como um leão que ruge,
espreitando a quem devorar, procurem, com toda a diligência,
revestir-se da armadura de Deus, para que possam resistir às
emboscadas do inimigo.
19. Os rins devem ser cingidos com o cíngulo da castidade, o peito
protegido por pensamentos santos, pois está escrito: O pensamento
santo te guardará. A couraça da justiça deve ser usada como veste, a
fim de que vocês amem o Senhor com todo o coração, com toda a
alma e com todas as forças, e o próximo como a si mesmos. Sempre e
em tudo deve ser empunhado o escudo da fé, com o qual possam
apagar todas as flechas incendiárias do maligno, pois sem a fé é
impossível agradar a Deus. O capacete da salvação deve ser colocado
sobre a cabeça, para que esperem a salvação unicamente do
Salvador, pois é ele que libertará o seu povo dos pecados. E que a
espada do Espírito, que é a Palavra de Deus, habite abundantemente
em sua boca e em seus corações, e tudo que vocês tiverem de fazer,
seja lá o que for, que seja feito na Palavra do Senhor.
20. Vocês devem fazer algum trabalho, para que o diabo sempre os
encontre ocupados e não consiga, através da ociosidade de vocês,
encontrar alguma brecha para penetrar em suas almas. Nisto vocês
tem o ensinamento e o exemplo de São Paulo apóstolo, por cuja boca
Cristo falava e que por Deus foi constituído e dado como pregador e
mestre dos gentios na fé e na verdade. Se seguirem a ele, não
poderão desviar-se. Ele escreve: Em meio a trabalhos e fadigas
estivemos entre vocês, trabalhando dia e noite, para não sermos um
peso para nenhum de vocês. Não que não tivéssemos esse direito,
mas queríamos apresentar-nos como um exemplo a ser imitado.
Com efeito, quando estávamos com vocês, demos esta regra: Quem
não quiser trabalhar, também não coma! Ora, temos ouvido falar que
entre vocês há alguns que levam uma vida irreqüieta, sem fazer nada.
A esses tais ordenamos e suplicamos no Senhor Jesus Cristo, que
trabalhem em silêncio e, assim, comam seu próprio pão. Este
caminho é santo e bom. É nele que devem andar!
21. O apóstolo recomenda o silêncio, quando manda que é nele que se
deve trabalhar. E como afirma o profeta: a justiça é cultivada pelo
silêncio. E ainda: no silêncio e na esperança estará a força de vocês.
Por isso, determinamos que, depois da recitação das completas,
guardem o silêncio até depois da Hora Primeira do dia seguinte. Fora
desse tempo, embora a observância do silêncio não seja tão rigorosa,
com tanto mais cuidado abstenham-se do muito falar, porque,
conforme está escrito e não menos ensina a experiência: No muito
falar não faltará o pecado; e: Quem fala sem refletir sentirá um malestar;
e ainda: Quem fala em demasia prejudica a sua alma; e o
Senhor no Evangelho: De toda palavra inútil que os homens
disserem, dela terão que prestar conta no dia do juízo. Portanto, cada
um faça uma balança para as suas palavras e rédeas curtas para a sua
boca, para que, de repente, não tropece e caia por causa da sua
língua, numa queda sem cura que conduz à morte. Que, como diz o
profeta, cada um vigie sua conduta para não pecar com a língua, e se
empenhe, com diligência e prudência, em observar o silêncio pelo
qual se cultiva a justiça.
22. Agora, você, irmão B., e quem quer que for indicado como Prior
depois de você, tenham sempre em mente e cumpram na prática o
que o Senhor diz no Evangelho: Todo aquele que entre vocês quiser
tornar-se o maior, seja o seu servidor, e quem quiser ser o primeiro,
seja o seu empregado.
23. E vocês, os demais irmãos, tratem o seu prior com deferência e
humildade, pensando, mais do que nele mesmo, em Cristo que o
colocou acima de vocês, e que diz aos que estão à frente das igrejas:
Quem ouve a vocês, é a mim que ouve; quem despreza a vocês, é a
mim que despreza, a fim de que vocês não sejam condenados como
réus por menosprezo, mas possam merecer por obediência a
recompensa da vida eterna.
24. É isso que, com brevidade, lhes escrevemos com o intento de
estabelecer para vocês a forma de conduta, segundo a qual deverão
viver. Se alguém fizer mais do que o prescrito, o Senhor mesmo lhe
retribuirá quando voltar. Use, porém, de discrição, que é a
moderadora das virtudes.

Beato João Soreth - Fundador da Ordem Terceira do Carmo

BEATO JOÃO SORETH


Fundador da Ordem Terceira do Carmo e autor de sua primeira Regra

João Soreth, nasceu em Caen, na Normandia, França, em 1394; ingressou no
Convento Carmelita de Caen, estudou Teologia na Universidade de Paris e recebeu o
Ministério Sacerdotal em 1417. Em 1440 foi eleito Superior Provincial da França e, em
1451 foi eleito Superior Geral da Ordem do Carmo.
Religioso muito culto e dotado de muitas virtudes, como Reformador do
Carmelo reconduziu a Ordem do Carmo ao seu antigo esplendor conquistando seus
religiosos a uma observância mais rigorosa da Regra de Santo Alberto, Patriarca de
Jerusalém. O Papa Nicolau V (1447-1455), concedeu à Ordem do Carmo a Bula intitulada
"Cum Nulla" que permitiu ao Beato João Soreth fundar a Ordem Carmelita das Monjas
de Clausura, a Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo e as Confrarias do Escapulário
do Carmo. A data da outorga dessa Bula "Cum Nulla" foi dia 07 de Outubro de 1452. O
Beato João Soreth incorporou as Monjas de Clausura na Regra de Santo Alberto. Para a
Ordem Terceira do Carmo, Soreth elaborou, em 1455, uma Regra própria, baseada em
elementos da Regra de Santo Alberto, adaptados ao movimento laical dos Terceiros
Carmelitas. Essa primeira Regra Dos Terceiros continha apenas 15 artigos. Essa Regra
passou por muitas reformas através dos séculos, entre as quais se destacou a Regra de
1948 que vigorou até 1977. Neste interim, de 1962 a 1965, realizou-se o concílio Vaticano
II, cujos documentos determinaram a todas as Ordens Terceiras uma revisão adaptada aos
documentos do Vaticano II, e dessa revisão resultou a Regra da OTC de 1977 que deveria
ser observada a título de experiência até 1987, mas essa experiência prolongou-se até a
Assembléia Geral da Ordem do Carmo no ano de 1995. Nessa Assembléia o Governo Geral
da Ordem do Carmo nomeou uma comissão internacional para proceder à revisão da
Regra de 1977 e, desta revisão, que durou anos de estudo cuidadoso da Comissão
Internacional, resultou a nova Regra da Ordem Terceira do Carmo que, formalmente,
foi aprovada pela Santa Sé no dia 11 de Abril de 2003 e promulgada pelo Governo Geral da
Ordem sob o Protocolo 115/2003 assinado em Roma no dia 16 de Julho de 2003 pelo
então Pe. Geral José Chalmers, O. Carm.. Esta nova Regra da Ordem Terceira do Carmo
entrou em vigor no dia 08 de dezembro do mesmo ano.
João Soreth faleceu a 25 de Julho de 1471; com fama de santidade. Governou a
Ordem do Carmo durante 20 anos e foi beatificado pelo Papa, hoje beato, Pio IX em 1866.
A sua iconografia o representa segurando na mão direita uma âmbula de hóstias
consagradas, alusão a um fato histórico de sua vida: as tropas de Carlos, o temerário duque
de Borgonha e conde de Flandes, invadiram uma igreja em Liège/Bélgica. O povo
enraivecido, profanou o sacrário, as hóstias consagradas foram espalhadas pelo piso da
igreja em chama, e o beato João Soreth, com o risco da própria vida, juntou as hóstias,
colocou-as na âmbula e levou-as à sua igreja conventual. É representado ainda calcando
com o pé direito algumas setas, alusão ao suposto martírio; pela tradição, ele teria morrido
em consequência de um envenenamento. Na mão esquerda Soreth segura um bastão,
símbolo de seu cargo de Superior Geral e na mesma mão, ele segura um cartaz, referência à
Bula "Cum Nulla" e ao lado do pé esquerdo, no chão, há um chapéu cardinalício e sua
mitra episcopal, alusão ao fato: o Papa Calixto III ter-lhe-ia oferecido uma rica diocese, que
ele, muito humildemente, rejeitou.